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Mesmo sem estender calendário, AM diz que vai ampliar recuperação no fim do ano para evitar prejuízo de alunos reprovados

A recuperação de alunos da rede pública do Amazonas, no fim do ano escolar, deve ter um período maior em 2021. Segundo a secretária de educação do Amazonas, Kuka Chaves, a medida vai ajudar os estudantes que não conseguiram recuperar o conteúdo perdido e, consequentemente, não obtiveram nota suficiente para passar para outra série. Ate lá, a secretária disse que o órgão vai continuar ofertando aulas virtuais, para reforçar o ensino.

Mas, apesar do aumento no tempo da recuperação, Kuka disse que o calendário escolar não deve sofrer mudanças.

“O calendário segue do mesmo jeito que foi tratado desde o início, mas já havia uma extensão até o final do ano. Vamos passar pela parte da recuperação que levará até o dia 28 de dezembro. Vamos ter uma recuperação um pouco mais longa para recuperar o conteúdo”

Segundo a Secretaria de Educação do Amazonas, as aulas para os alunos que obtiveram notas suficientes para a aprovação deve terminar dia 17 de dezembro. O restante do período, até o fim do ano, vai ser dedicado ao reforço daqueles que não conseguiram acompanhar a matéria e, por fim, não obtiveram coeficiente para avançar de série.

Mas para evitar que os todos estudantes tenham dificuldades com as matérias, que possam ter sido mal compreendidas durante o período das aulas virtuais, Kuka também falou que o governo vai manter as plataformas digitais de ensino.

“Mesmo estando em formato presencial, a Seduc continua com seus produtos do ‘Aula em Casa’ e ‘Contraturno Digital’, que é o reforço escolar. Algum aluno que tenha perdido algum conteúdo ou tenha dificuldade assista as aulas, para que a gente possa ofertar uma melhor qualidade na assimilação. E qualquer dúvida, ele estando no presencial, tem o professor para orientá-lo”.

Volta às aulas em Manaus

Cerca de 230 mil alunos da rede estadual de ensino de Manaus voltaram às aulas nesta segunda-feira (23). O retorno de todos os alunos ao formato presencial ocorre no momento em que o Amazonas registra seis casos da variante Delta, conhecida por altamente transmissível entre as cepas do coronavírus.

A permissão foi concedida no dia 7 de agosto pelo Comitê de Enfrentamento à Covid-19. No entanto, havia uma expectativa de que o próprio comitê revogasse a autorização após o surgimento de casos de infecção pela nova cepa. Todavia, o governador Wilson Lima deu como decidido o assunto e manteve a volta às aulas.

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